Eu, meu carrasco, minha dor!


Nós, mulheres, temos o (péssimo) hábito de exigirmos demais.

Tentamos ser perfeitas em todos os sentidos: na vida pessoal, profissional, amorosa, familiar.

Trata-se de uma exigência constante que fazemos para nos colocar disciplina em direção a um ou mais objetivos diários. Essa cobrança, esse peso em nossos ombros, atua como uma forma de pressão interna que nos impede de ver os resultados brilhantes que conseguimos no nosso dia-a-dia. Temos a mania de enxergar apenas as nossas fraquezas, nossos pontos que precisam ser melhorados... E assim, esquecemos de comemorar nossas vitórias!

Certamente, há cobranças externas como prazos de entrega de tarefas, limites de horas que devemos cumprir por dia. Mas todas estas cobranças externas não podem nos atingir tão drasticamente quanto a autocobrança que fazemos. Porque essa exigência interfere justamente na maneira como nos vemos, ou seja, na nossa autoestima.
Este trecho da música “Admirável chip novo”, da Pitty, explica bem esta sensação:

“Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste e viva

Se você se cobra, se coloca no mundo como apenas uma máquina de cumprir tarefas, já acorda pela manhã com um peso nas costas, com uma sensação de desconforto que nem sabe bem como definir. Se cobrar em demasia por algo no trabalho quer dizer muitas vezes não respeitar seus limites de entrega à profissão, é não ter prazer em realizar sua função, é não ver que você realiza bons trabalhos. A cobrança em excesso afasta a sensação de realização pessoal e profissional.

Responda a si mesma:

1) No seu dia-a-dia, você consegue ver os resultados positivos de seu trabalho ou vive se criticando e se pondo mais para baixo quando não consegue fazer o que precisa ser feito?
2) Você se sente bem com as suas decisões pessoais ou se preocupa com o que as pessoas podem pensar?
3) Como você reage diante de alguma tarefa nova? Fica ansiosa e com medo? Ou percebe o quanto você é capaz de realizar algo diferente?

Atitudes de autocobrança só trazem angústia, ansiedade e desespero em ter que cumprir uma tarefa ou tomar uma decisão. Se cobrar demais faz você ter baixo rendimento profissional e ansiedade em sua vida pessoal... além disso, no lado externo da situação, faz que com o mundo te veja como alguém que realmente não merece ser valorizada - porque você não se valoriza e não acredita em si mesma.
Repense suas atitudes e tente descobrir maneiras de se fortalecer, pois a vida é muito curta para se preocupar com a inútil busca pela perfeição.

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Depoimento masculino: "As mulheres só querem sexo!"




Eu tomava uma cerveja, depois da aula, num bar em frente à universidade onde eu trabalhava, e um aluno se aproximou com aquela cara de cachorro perdido.
Conversa vai e vem ele entrou no assunto que estava enlouquecendo o seu copo.

“Professor, é o seguinte. Não agüento mais essa mulherada. Não consigo uma garota pra namorar. Só pra transar. Toda sexta à noite eu saio, vou num bar, uma danceteria, e arrumo mulher pra transar, somente. Mas eu quero namorar, sabe?”
E explicou o que era namorar, pra ele.

“Eu quero ficar em casa com a menina fazendo massa e enchendo a cara de vinho barato, daqueles de garrafão. Quero caminhar de mãos dadas pela calçada. Quero gostar, sabe?”

Aquilo me lembrou imediatamente uma outra conversa, dessa vez com uma garota, também aluna. Ela me pediu que apresentasse alguém prá ela, que ela não agüentava mais não ter namorado. “Puxa, professor, o senhor conhece todos os alunos, me apresenta um que queira uma namorada. Os homens não querem mais namorar, só querem transar.” As mulheres se queixam muito dos homens.

Pensei em apresentar os dois, mas não me lembrava mais quem era a menina. Mas contei a história para ele, que enquanto me escutava enchia o seu copo. Ele era um tipo que acho que as universitárias acham interessante. Devia ter uns 24 anos. Pele morena, cabelos num corte meio feminino, penso que chanel, um brinco discreto. Mas com cara e corpo de homem, o que fazia um arranjo bonito.
Daí passamos a falar de livros, aula. Até que uma menina no fundo do bar chamou a atenção dele. Bonita, loira, do tipo “olha como sou gostosa”, ela atirava os cabelos pra lá e pra cá, e entre um gole e outro de cerveja olhava para o pobre procurador de namorada. Talvez conscientemente, ela bebia sua garrafinha direto no bico. Isso reforçava o jogo de sedução que ela estava jogando, pelas mensagens outras que passava ao procurador de namorada. Procuradora de namorado?
Vi o brilho no olho dele. E lá foi, copo em punho, conversar com a menina. Procurar o quê mesmo?
Fui pra casa pensando em Vinicius de Moraes que escreveu: “a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”. Fui pra casa pensando em Arthur da Távola, que disse que “não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente... “
Fui pra casa, cantando Vinicius baixinho, respeitando meus ouvidos: “Se você quer ser minha namorada / ah! que linda namorada você poderia ser / se quiser ser somente minha / exatamente essa coisinha / essa coisa toda minha / que ninguém mais pode ser...”. Puxa, conquistei “todas” as namoradas cantando essa música. Parecia tão fácil arrumar namorada cantando “Minha namorada”. Mas lembro que os amigos já se queixavam muito das mulheres.

Dias depois, encontrei de novo o procurador de namorada.
Arrisquei: “E aí, encontrou a parceria para o vinho de garrafão?”
E ele: “Que nada! Aquela loira queria era sexo. Fomos lá pra casa, depois de muitas cervejas. Mas não a vi mais por aqui. É o que eu te disse, as mulheres só querem transar, professor”.

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“A gente não quer ser do mal”


...Dizer palavras grossas, jogar na cara tantos sacrifícios, ignorar aquele compromisso.
...Dar as costas para as lembranças mais singelas e preciosas.
Mas, não tem jeito!
Até a mais Cafajeste, a mais insana de todas.
Uma hora encosta no parapeito debruçada com seus sonhos...
E questiona-se, completamente revoltada:
Qual o problema desse cara, se não respondi a mensagem, não atendi as primeiras ligações, porque insiste em ficar na porta do meu prédio?”
Com medo, afugenta-se no lar... doce lar... esperando o malvado, o ruim, o cruel deixá-la por fim... ir garimpar mais um Ouro de Tolo...
Sob a luz da lua nova respira fundo e murmura para si :
Daqui um tempo... terei que sair de paraquedas!
E volta aquela insuportável espera... admirando a luz intensa e majestosa do luar!

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Pegadora ou Careta?




Dia desses, estava lendo uma matéria a respeito de uma pesquisa realizada recentemente: mulheres caretas e mulheres pegadoras.

Segundo a pesquisa, as mulheres na faixa dos 30 anos se dividem entre estas duas categorias, o que vai definir suas vidas a partir desta escolha.

Vejam em qual vocês se encaixam:

Caretas
Para essa turma, todo programa é uma chance de conhecer alguém para namorar. Na balada, troca telefones, mas espera que ele dê o primeiro passo. Sexo no primeiro encontro? Jamais! Acha que isso desvaloriza a mulher. Pode até transar com um “amigo colorido”, mas não com um desconhecido. E que ninguém a convide para fazer sexo a três ou dê uma de galinha – ela valoriza a intimidade e a fidelidade. Seu lema é: “Não faço com os outros o que não quero que façam comigo”. Essas mulheres estão descobrindo sua sexualidade e seus desejos. E a fase de autoconhecimento pode ser fundamental para que consigam vivenciar a relação a dois com maior liberdade e autonomia.

Pegadora
Para esse grupo, sexo vem bem antes de romance. Não importa se o parceiro é solteiro, casado, rico, pobre nem se vai ligar no dia seguinte. Transar no primeiro encontro? Por que não? A
pegadora não quer saber de compromisso. Já teve parceiros fixos, mas hoje está sem par, quer se divertir, topa tudo por uma boa transa. Elas buscam autonomia emocional. Muitas já sofreram por amor, por isso imaginam que o único jeito de exercer a individualidade é manter relações passageiras. O problema está em trocar a dependência do parceiro pela dependência da superficialidade. Liberdade é também poder escolher compromisso quando se tem vontade.

Incrível, não acham?

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Boazinha não!



Qual é o elogio que uma mulher adora receber? Bom, se você está com tempo, pode-se listar aqui uns 700: mulher adora que verbalizem seus atributos, sejam eles físicos ou morais.
Diga que ela é uma mulher inteligente e ela irá com a sua cara.
Diga que ela tem um ótimo caráter,além do corpo que é uma provocação, e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito,da sua aura de mistério, de como ela tem classe: ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter-se no cargo vai depender de sua perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe, que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades, que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade, seu bom gosto musical. Agora, quer ver o mundo cair? Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha. Voz fina, roupas pastéis, calçados rentes ao chão. Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja, cuida dos sobrinhos nos finais de semana. Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor.
Nunca teve um chilique. Nunca colocou os pés num show de rock. É queridinha. Pequeninha. Educadinha. Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos. Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas. Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos. A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas, crucifixo em cima da cama, tudo certinho. Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um desejo incontrolável de virar a mesa. Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas. Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais. Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen. Ser chamada de patricinha é ofensa moral. Pitchulinha é coisa de retardada. Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância.
Ph neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As "inhas" não moram mais aqui. Foram pro espaço, sozinhas.

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Paciência


Todo relacionamento exige algo, sempre exige!

Existem aquelas coisas que se faz em comum acordo por puro prazer. Tais como festas, viagens a dois e dentre tantas e outras coisinhas divertidinhas.

Agora... existem atitudes que hoje em dia, poucos estão a fim de abrir mão, sequer compartilhar.

E aquele relacionamento que de repente tinha tudo para emplacar, perder-se numa via sem notar.

Exemplos simples:

- “Eu não gosto de suas amigas (os)”
- “Você não liga, não ama, não se importa, não me responde”, etc.

E se parar pra pensar é sempre alguém dizendo “você não faz”, apontando para o outro, colocando no outro a responsabilidade de um relacionamento bem sucedido.

Neste ponto, pode ter certeza: larga de mão que entraram na contramão.

A continuidade, a persistência nessas reclamações, não há como voltar. O melhor a fazer é partir pra outra.

Daí vem o pensamento latente “mas quando se quer, tudo se ajeita... se conserta”.
Bom isso é verdade, mas cá pra nós já viu isso acontecer? Sem uma grande tormenta?
O “the end”? DU-VI-DO!

Aliás, hoje em dia as pessoas não estão muito a fim de se doar! Se não consegue sanar essa mania de “você não faz isso”, “você não se lembra disso, daquilo”, “você tem péssimos amigos”, “você isso ou aquilo”, sei lá!

Neste patamar, o problema é somente seu.

Porque quem não consegue enxergar no outro algo para se admirar, algo para se ENTUSIASMAR, exaltar, entre outros adjetivos não vê nem em si qualquer coisa que se deva enaltecer!

Afinal, na moral: se existe tanta coisa que desanima porque insistir num relacionamento que tende ao fracasso? Que estupidez imensurável é essa?
Que porcaria de baixa auto-estima é essa? Fala sério!

Aconselhável de fato, é recuar, enxergar a si mesmo e buscar no outro, qualidades, coisas que o encante, o suficientemente para apagar o detestável.

Ao dar esses passos, recuando bem devagar... para visualizar o todo e nada surpreender. Desista!

Termina e deixa o barco seguir.

Deixa simplesmente a energia do universo fazer o seu trabalho, mas AJUDE-O... mande a ELE o que quer.

Se não, passará o resto da vida, reclamando, reclamando e exigindo um relacionamento que nem o homem do seu sonho... aquele com olhos do Brad, com o corpo do Ryan Reynolds seria capaz de dar a você. NEM EM SONHO!

É simples: boas vibrações geram boas coisas, seja o que for que espera da vida, PRINCIPALMENTE para o amor.

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Banheiro em balada... O TROCO!


Um dia desses...
Marcela sentiu uma pontadinha de vontade de ir ao banheiro. Não era “aquela vontade” dava para tomar mais um dois copos de cerveja e segurar mais um pouquinho. Afinal quando se começa a ir não para mais. É a regra quando se toma cerveja, aliás fala a verdade banheiro e cerveja são duas combinações perfeitinhas, quase alma gêmea.
Denise, amiga que acompanhava Marcela na balada, voltou do banheiro e foi logo destilando sua ira.
- Amiga... vai se fu... o banheiro tá um nojo... isso que eu demorei uns cem anos pra conseguir entrar, tá uma fila do cacete... coragem a sua tomar mais cerveja! - Denise falou aos berros, o som da banda começava.
Marcela olhou para o copo meio cheio meio vazio e depois que ouviu aquelas palavras sentiu a vontade crescer absurdamente não dava mais para esperar.
- Dê... eu tô apertada!
Denise olhou para a amiga assustada.
- Ué, vamos lá... quem sabe com a banda rolando não tem tanta gente com a urina solta.
E lá foram as duas. Ao chegar no banheiro a cena era pior do que Denise tinha narrado.
- Gente do céu... só tem um banheiro? Um vaso sanitário?
- Tem dois. Mas, o outro está interditado por uma cagada monstruosa, nem toda a água do mundo consegue banir aquele troço.
- Que comentário horrível Dê.
- Tô dizendo. Eu que não bebo mais cerveja, nem fodendo. Nem fodendo.
- Coitada da cerveja! - Tomou o último gole de uma vez e enfiou o copo descartável dentro da bolsa ao constatar que não havia uma lixeira próxima.
- Marcela, minha amiga, me diga isso daqui a pouco.
Marcela olhou para a fila que parecia não andar, umas dez garotas na sua frente se contorcendo, sem conseguirem expressar nenhuma palavra completamente irritadas com aquela espera sem fim.
- Meu Deus, quem é a filha da puta que está morta ai dentro? Minha filha vai cagar na sua casa. - Uma garota com os olhos marejados de agonia reclamava. Ao lado do banheiro das mulheres, estava o dos homens, sem fila, sem lamentações, um deles saia exatamente no momento que o xingamento ecoava, riu sem se conter e balançou a cabeça em deboche.
Marcela olhava o vai e vem no banheiro masculino, indignada com sua sorte.
- Dê... eu já senti minha calcinha molhar... eu não tô aguentando mais segurar... vou fazer xixi aqui mesmo... me ajuda! - Falava com a voz trêmula, quase chorando.
- Ai ai ai... - Denise passou pelas garotas da fila, chegou até perto da porta e começou a bater ensandecidamente.
- Ô minha filha... morreu ai dentro? - Socava a porta e mesmo assim não veio a resposta. - Tem que chamar o gerente... - Antes que Denise seguisse em busca do tal gerente a porta do banheiro se abriu. Quatro mulheres saíram do banheiro. Totalmente maquiadas e ignorando todas que esperavam a desocupação do recinto.
- Mas... olha que folga! Que fala de solidariedade! - Denise resmungava já ao lado de Marcela.
- Eu nem vou xingar... nem consigo... - Tentava respirar devagar e pensar em outras coisas e esquecer sua bexiga desesperada por uma aliviada.
- E ai mulherada... querem usar o banheiro masculino? Vigiamos a porta para vocês... claro que... se pagarem uma cerveja... uma tequila... ou até mesmo um beijo... negócio tá fechado!
As mulheres agoniadas na fila, olharam juntos para os rapazes. Um deles era o que tinha soltado um sorriso debochado minutos antes, acompanhado de outro tão risonho quanto ele.
-Como tem cara idiota nesse mundo. Que adianta beleza... fala sério.
- Eu tive uma ideia, Dê... vem comigo...
- O que você vai fazer?
Marcela se aproximou dos belos e saradões rapazes.
- Eu compro um chopp para cada um... se me deixarem usar o banheiro...
- Ae! - Vibrou os dois fazendo batendo as mãos um do outro, empolgados com o “negócio” que acabavam de criar.
- Pode entrar... ta vazio.
Marcela correu para dentro do banheiro. Alguns minutos depois deixou o lugar. Segurando firme a bolsa.
- Ufa, obrigada! Agora... aguardem aqui... que eu já volto.
- Eu posso ir com você. - Um deles se ofereceu, desacreditando do pagamento.
- Rapazes, vocês salvaram minha vida... confiem em mim... eu e minha amiga... voltamos em poucos segundos.
- Ok... vamos confiar! - Os dois pularam de alegria novamente.
Denise e Marcela voltaram com copos grandes de cerveja, quase transbordando.
- Aqui... está o pagamento de vocês!
As duas entregaram os copos e deram as costas rapidamente para os rapazes, voltando-se para a fila, aonde se aglomerava as mulheres na maldita fila do banheiro.
Denise cochichou algo no ouvido da última da fila que caiu na risada e contou o que ouvira a próxima e sucessivamente, até que a notícia se espalhou e euforia de risos explodiu por todo o lugar.
As duas amigas, Denise e Marcela deixaram a balada.
- Foi nojento você me dizer que mijou dentro do copo e pior ainda sair do banheiro escondido com ele, atrás da sua linda bolsa... .. mas foi genial misturar seu xixi dentro dos copos de cerveja. - Dizia Denise ao abrir o carro.
- Dê... eu suporto vadiazinhas enrolando no banheiro... mas não suporto homem tirando sarro da nossa cara... isso não! - Esbravejou.
Denise ligou o carro sorriu e finalizou.
- Por isso... isso não poderia ter ficado só entre nós duas... imagina agora... todas as mulheres da balada sabem que eles beberam urina!
Denise saiu com o carro e as duas gargalhavam alto e de bexigas aliviadas.

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Luana Piovani x Sandy = Encontro no Elevador




Imagina Luana e Sandy presas no mesmo elevador.
Que tipo de diálogo poderiamos esperar?
Como a imaginação é algo que podemos deliberar a vontade... cada um... sem pedir licença...
Então... cá entre nós... poderia ser bem assim...

- Puta que o pariu... vá se fuder... essa merda de elevador de quinta... porcaria – Luana chuta a porta do elevador travada, inconformada.
Sandy se encolhe no canto, como se quisesse fazer parte do metal, ficando o mais longe possível da explosão da loira.
- Não é uma porra? Esses caras que manejam essa merda não fazem idéia de quem tá aqui... quando eu sai... todos eles vão... vê... só tem que apertar uma merda de botão... por isso vão continuar na merda... - Bufava Luana... pulando de um lado para o outro, tentando sacudir o elevador, esperando que a porta se abra com seus movimentos enlouquecidos.
- Olha... sabe... eu acho que... é só apertar o botão vermelho... ai do seu lado... é de emergência...
Luana volta-se para Sandy com o olhar de fúria.
- Metidinha a sabe tudo. - Murmurou e apertou o botão vermelho dezenas de vezes, impulsivamente sem se conter, até que ele afundou.
- E agora, qual a idéia brilhante?
- Bom... se não tivesse apertado tanto... era só uma ou duas vezes... pra quê quebrar o botão?
- Ahh... vá tomar no cu, garota! - Cruzou os braços Luana, indignada com a chamada de Sandy.
- Eu não gosto de sexo anal... não foi bem isso que eu quis dizer...
- O Brasil inteiro sabe disso... ninguém nem acredita que você consiga fazer sexo.
- Já você... todos a imaginam num suingue todas as noites não é? - Rebateu firmemente, sem gaguejar agora.
- Uau... mostrando as garrinhas?
- Só me defendendo.
- É... quer dizer... mostrando a verdadeira face... debaixo dessa carinha de anjinho.
- Não sou uma santinha... nunca vendi essa imagem... apenas, sempre fiz e faço algo... respeito as pessoas... tenho carinho pelos meus fãs... e... por isso me tratam assim... ao contrário de você... que está sempre armada com grosseria... dizendo aos quatro canto que não preciso de ninguém, como o “Aguinaldinho” e... vez ou outra usando os seus palavrões de costume!
Luana foi para cima de Sandy com a mão erguida, pronta para desferi-lhe um tapa no seu rosto macio. Sandy fechou os olhos, esperando o toque.
De repente, o elevador abriu. Dezenas de fotógrafos. Luana se desarmou rapidamente e correu para fora da caixa de metal, empurrando a todos.
- Dá licença... tenho mais o que fazer da minha vida. - E de cara amarrada seguiu batendo o pé para o seu destino.
Sandy saiu com os olhos marejados de lágrimas. Um dos fotógrafos a apoiou em seu ombro e ajudou-a. Ela estava fragilizada e mesmo assim distribuiu um amavel sorriso a todos, que não paravam de lançar-lhe flashes, quase cegando-a e nem assim deixou de ser feminina, gentil e meiga.

Se seria assim, NA VIDA REAL não sabemos.
Mas, nos nossos pensamentos foi assim que esse encontro, num pequeno elevador, aconteceu.

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Coisas que achamos FOFAS nos homens!


1 – Homens que cantam (bem ou fofo) e/ou tocam algum instrumento

2 – Camiseta branca + jeans

3 – O jeito com que brincam com cachorros e bebês

4 – Caras que dão beijo no rosto com a boca e não com a bochecha

5 – Homem que sorri muito

6 – Tatuagem

7 – Homem que olha no olho

8 – O modo como dirigem

9 – Camisa xadrez

10 – Homens que olham enquanto dormimos!

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