Luana Piovani x Sandy = Encontro no Elevador




Imagina Luana e Sandy presas no mesmo elevador.
Que tipo de diálogo poderiamos esperar?
Como a imaginação é algo que podemos deliberar a vontade... cada um... sem pedir licença...
Então... cá entre nós... poderia ser bem assim...

- Puta que o pariu... vá se fuder... essa merda de elevador de quinta... porcaria – Luana chuta a porta do elevador travada, inconformada.
Sandy se encolhe no canto, como se quisesse fazer parte do metal, ficando o mais longe possível da explosão da loira.
- Não é uma porra? Esses caras que manejam essa merda não fazem idéia de quem tá aqui... quando eu sai... todos eles vão... vê... só tem que apertar uma merda de botão... por isso vão continuar na merda... - Bufava Luana... pulando de um lado para o outro, tentando sacudir o elevador, esperando que a porta se abra com seus movimentos enlouquecidos.
- Olha... sabe... eu acho que... é só apertar o botão vermelho... ai do seu lado... é de emergência...
Luana volta-se para Sandy com o olhar de fúria.
- Metidinha a sabe tudo. - Murmurou e apertou o botão vermelho dezenas de vezes, impulsivamente sem se conter, até que ele afundou.
- E agora, qual a idéia brilhante?
- Bom... se não tivesse apertado tanto... era só uma ou duas vezes... pra quê quebrar o botão?
- Ahh... vá tomar no cu, garota! - Cruzou os braços Luana, indignada com a chamada de Sandy.
- Eu não gosto de sexo anal... não foi bem isso que eu quis dizer...
- O Brasil inteiro sabe disso... ninguém nem acredita que você consiga fazer sexo.
- Já você... todos a imaginam num suingue todas as noites não é? - Rebateu firmemente, sem gaguejar agora.
- Uau... mostrando as garrinhas?
- Só me defendendo.
- É... quer dizer... mostrando a verdadeira face... debaixo dessa carinha de anjinho.
- Não sou uma santinha... nunca vendi essa imagem... apenas, sempre fiz e faço algo... respeito as pessoas... tenho carinho pelos meus fãs... e... por isso me tratam assim... ao contrário de você... que está sempre armada com grosseria... dizendo aos quatro canto que não preciso de ninguém, como o “Aguinaldinho” e... vez ou outra usando os seus palavrões de costume!
Luana foi para cima de Sandy com a mão erguida, pronta para desferi-lhe um tapa no seu rosto macio. Sandy fechou os olhos, esperando o toque.
De repente, o elevador abriu. Dezenas de fotógrafos. Luana se desarmou rapidamente e correu para fora da caixa de metal, empurrando a todos.
- Dá licença... tenho mais o que fazer da minha vida. - E de cara amarrada seguiu batendo o pé para o seu destino.
Sandy saiu com os olhos marejados de lágrimas. Um dos fotógrafos a apoiou em seu ombro e ajudou-a. Ela estava fragilizada e mesmo assim distribuiu um amavel sorriso a todos, que não paravam de lançar-lhe flashes, quase cegando-a e nem assim deixou de ser feminina, gentil e meiga.

Se seria assim, NA VIDA REAL não sabemos.
Mas, nos nossos pensamentos foi assim que esse encontro, num pequeno elevador, aconteceu.

3 comentários:

Marcela disse...

ADOREI! Humor sagaz, no tom certo!
Parabéns!

Elsy Myrian disse...

Show!!!! ameiiiiiiiiiii os textos de vcs, pronto serei leitora assídua. Há tempos não via textos tão bem redigidos e com temáticas atualíssimas, parabéns vou colocar o link de vcs nos meus blogs. Abraçãoooooooooo!!!!!!

Pati e Régi disse...

Uau! obrigada pelo carinho, agora nós vamos dar uma passadinha no seu... Ficamos super encantadas com o seu comentário! Puxa vida! rs um beijão!